BRASIL parece piada, mas na realidade é um país maravilhoso

Esta página BRASIL parece piada, mas na realidade é um país maravilhoso vai mostrar para os daqui do BRASIL e para os de lá do resto do mundo, somente e tão somente fatos absurdos acompanhados de outros fatos que são os absurdos dos absurdos, frutos de resultados de políticas que foram, que são ou que serão relegadas ao descaso por políticos relapsos, mentecaptos e sem ao menos um percentual mínimo de vergonha na cara.  As publicações dos fatos em questão se embasarão em acontecimentos reconhecidamente publicados e com suas devidas fontes citadas.

Política é a arte da conversação, para os políticos essa mesma política é a arte da corrupção, da mentira, da desonestidade, da carreira fácil para quem não aprendeu fazer absolutamente nada, com exceção de repetir incansavelmente discursos mentirosos de outros políticos como se os discursos fossem deles, intencionados a conquistarem o enriquecimento ilícito na política desrespeitada por pelo menos 90% dos políticos brasileiros, mas felizmente para o BRASIL os outros 10% dos restantes dos políticos, eles praticam a política honesta, comprometida com os interesses do país, pois são mulheres e homens íntegros e tementes a Deus.



TUDO EM NOME DA JUQUIRA

Um amor interiorano em meio da prática do coronelismo e religiões coniventes com as facções dos sem-terra;

DISCREPÂNCIAS DE UM NORDESTE MALFADADO POR CORONÉIS, POLÍTICOS CORRUPTOS, LATIFUNDIÁRIOS, PADRES PODEROSOS NO PÚLPITO E NAS TORTUOSIDADES DA COMUNIDADE;

Emocionante! Uma história que aborda a corrupção, o trabalho escravo nas fazendas deste país imenso que você pensa que conhece e não conhece, a invasão de propriedade, o lado sujo dos políticos (deputados cada um mais corrupto do que o outro), e aponta os preconceitos dos paulistas com relação aos nordestinos.

Veja, só por um breve momento um pouco de Aristóteles:

A sociedade em quase todos os seus momentos, distantes ou agora mais próximos, foi apresentada e recebida de braços abertos como sendo um produto da necessidade humana.

Aristóteles afirmou que o estado se dispôs a surgir com o modelo conhecido a partir de uma sociedade chamada natural, do homem e para o homem, sociedade essa que fomentou instituições que garantissem a felicidade de seus cidadãos. Com esse tipo de pensamento o filosofo defendeu sempre com argumentos fortíssimos que o homem carrega dentro dele um animal enraizado pelo fascínio da política.

Seguro dos seus argumentos o filosofo afirmou que: "... aquele que não pode viver em sociedade, ou que de nada precisa por bastar-se a si próprio, não faz parte do estado; é um bruto ou um deus..." a criação do espaço cidade e estado político nasceu da necessidade aguerrida do homem quando percebeu que se vivessem associados em grupos superariam com mais facilidade as adversidades.

Aristóteles, a política. São Paulo. Ed. Escala.

A Política em Aristóteles

O alcance da filosofia política de Aristóteles é extremamente vasto e complexo. Aristóteles abordou questões relativas ao Estado, a justiça, as constituições, as formas de governo, a escravidão, e muitas outras

Aristóteles pensa a comunidade como associação dos seres humanos, sendo a associação humana mais básica a família, e a comunidade tem que ser entendida como uma associação que os seres humanos possuem e que os mesmos fazem parte. Então, o animal político para Aristóteles é naturalmente o homem para além da sua condição animal, que existe para se dedicar a vida em comunidade, e nessa ideia Aristóteles está valorizando a coletividade o que nos conduz a três ideias iniciais do nosso ponto de partida: o centro da reflexão de Aristóteles é a comunidade e não o indivíduo; os seres humanos são sociáveis por natureza, isto é, são levados a viver em comunidade por sua própria natureza; e aqueles que não vivem em comunidade “ou são deuses ou são animais”, ou seja, ou estão acima ou abaixo do que é ser humano.

Se o homem existe naturalmente para a vida em comunidade, a consequência direta disto é que somos também criados para agir politicamente, ou seja, para participar sempre da vida que compartilhamos com os outros, com nosso mundo externo, na família, na escola, no bairro, na cidade, no país, enfim, em qualquer lugar no qual nos associamos e pertencemos.

Aristóteles vincula ainda a política com a virtude e o bem, sendo a virtude algo que deve ser atingida pela organização e ação coletiva da comunidade, não sendo possível pensar em ser feliz sem ser virtuoso.