ALUSÃO

ALUSÃO é uma porta de acesso de via dupla, a história mostra a raridade, e o quanto é sofrível e humilhante ser íntegro e honesto, quase impossível alguém sustentar as suas convicções, pois o que tenta, é tentado a fazer exatamente o contrário. No outro sentido da via dupla a história mostra: os crápulas, os desonestos (os bem sucedidos) que classificam as suas atitudes como singelas espertezas. Nas calçadas das sarjetas do Recife, o que é bom se contamina e descobre no progresso dos outros, a mentira que ele não tinha. Revoltado pela dureza com que o mundo o recebeu – não deixou que tivesse nem pai nem mãe –, lhe deu como berço uma lata de lixo. Eurípedes resolve cobrar da sociedade, que o resgate da miséria para uma vida melhor, se foi o repúdio da sociedade que o empurrou para a miséria, então será a própria sociedade que o resgatará da miséria. Eurípedes inventa a sua grande mentira.

Durante o percurso da execução da Grande Mentira do Eurípedes, ALUSÃO cresce e as vias duplas mostram os personagens bons e ruins. Mas, com tamanha dose de veracidade que certamente o escritor Edvan Brandão tocará diversos corações, eles pensarão sobre o caráter e a índole de cada um. Até mesmo a fé dos corações será tocada quando descobrirem porque o Círio precisa mudar e porque o Bispo Caiu!

E você está se perguntando, qual Círio? E qual Bispo?

Pense, olhe até onde a sua vista alcançar – “A Amazônia é o que é sem pôr, sem tirar. E o resto do mundo não fica atrás”. –, o Círio que você enxergar, é este o Círio, é este o Bispo.



Alusão

A beleza da história está na ficção dela mesma, quando passa muito próximo arranhando a realidade do mundo das religiões. O mundo delas é um mundo toldado, pois elas se enlameiam a cada dia que passa. São escândalos e mais escândalos, em cada uma delas! Qualquer grito de defesa, que elas porventura queiram dar, com certeza vai sair baixinho, será um eco inconsistente.

Roberval, o encarregado exemplar, em nome das convicções dele, abriu mão da estabilidade do emprego, pediu demissão e perdeu tudo: casa, mulher e filho. Foi morar na invasão em um barraco de madeira, passando fome.

Lucilla decepcionada com as falcatruas do seu pai: Adir Soleira. Decide encarnar por uns tempos a vida de noviça no Convento “Sublime Decoro” e lá, ela encontra: a Madre Superiora e Dom Consente Bebeto, o Bispo derrubado, sofrido e passando por punições. Passa as noites em claro, orando ajoelhado sobre o sal grosso, mas, não é em vão, as preces dele são ouvidas. O Convento esconde por trás dos muros altos: emoções vivas.

ALUSÃO fará com que o leitor descubra um autor inteligente, com uma imaginação surpreendente. Prova disto é o seu terceiro romance BURBURINHO PERENE ele o medrou com cuidado milimétrico, contando uma história de amor entre jovens universitários que viveram dentro e fora da universidade com os terrores da ditadura. E é no Burburinho Perene, que o leitor terá a grata satisfação de conhecer a leveza, a maciez e a aspereza dos seus poemas.

ALUSÃO traz uma grata surpresa para o leitor, um conto “MAZELAS DE CABOCLOS TOLOS” a história da sabedoria culta do mundo civilizado, contra a tolice cabocla das entranhas da floresta amazônica.


SINOPSE:

A beleza da história está na ficção dela mesma, quando passa muito próximo arranhando a realidade do mundo das religiões. O mundo delas é um mundo toldado, pois elas se enlameiam a cada dia que passa. São escândalos e mais escândalos, em cada uma delas! Qualquer grito de defesa, que elas porventura queiram dar, com certeza vai sair baixinho, será um eco inconsistente.

Roberval, o encarregado exemplar, em nome das convicções dele, abriu mão da estabilidade do emprego, pediu demissão e perdeu tudo: casa, mulher e filho. Foi morar na invasão em um barraco de madeira, passando fome.

Lucilla decepcionada com as falcatruas do seu pai: Adir Soleira. Decide encarnar por uns tempos a vida de noviça no Convento “Sublime Decoro” e lá, ela encontra: a Madre Superiora e Dom Consente Bebeto, o Bispo derrubado, sofrido e passando por punições. Passa as noites em claro, orando ajoelhado sobre o sal grosso, mas, não é em vão, as preces dele são ouvidas. O Convento esconde por trás dos muros altos: emoções vivas.

Alusão chegou para fazer história:

É o primeiro romance que abordou o círio como pano de fundo da história de uma ficção de um jeito único criado por este escritor maravilhoso que não deixa em nenhum momento que o romance se pareça regional, aquelas histórias açucaradas que predominam na literatura paraense e maranhense como um todo!

É isto que o escritor é: uma mistura de maranhense com paraense se considerar-se que ele nasceu e viveu no Maranhão e mora há mais de 45 anos no Pará.

ALUSÃO é uma porta de acesso de via dupla, a história mostra a raridade, e o quanto é sofrível e humilhante ser íntegro e honesto, quase impossível alguém sustentar as suas convicções, pois o que tenta, é tentado a fazer exatamente o contrário. No outro sentido da via dupla a história mostra: os crápulas, os desonestos (os bem sucedidos) que classificam as suas atitudes como singelas espertezas. Nas calçadas das sarjetas do Recife, o que é bom se contamina e descobre no progresso dos outros, a mentira que ele não tinha. Revoltado pela dureza com que o mundo o recebeu – não deixou que tivesse nem pai nem mãe –, lhe deu como berço uma lata de lixo. Eurípedes resolve cobrar da sociedade, que o resgate da miséria para uma vida melhor, se foi o repúdio da sociedade que o empurrou para a miséria, então será a própria sociedade que o resgatará da miséria.Eurípedes inventa a sua grande mentira.

Durante o percurso da execução da Grande Mentira do Eurípedes, ALUSÃO cresce e as vias duplas mostram os personagens bons e ruins. Mas, com tamanha dose de veracidade que certamente Edvan dos Santos Brandão tocará diversos corações, eles pensarão sobre o caráter e a índole de cada um. Até mesmo a fé dos corações será tocada, quando descobrirem porque o Círio precisa mudar e porque o Bispo Caiu!

E você está se perguntando, qual Círio? E qual Bispo?

Pense, olhe até onde a sua vista alcançar – “A Amazônia é o que é sem pôr, sem tirar. E o resto do mundo não fica atrás”. –, o Círio que você enxergar, é este o Círio, é este o Bispo.

ALUSÃO traz uma grata surpresa para o leitor, um conto “MAZELAS DE CABOCLOS TOLOS” a história da sabedoria culta do mundo civilizado, contra a tolice cabocla das entranhas da floresta amazônica.

As verdades duvidosas do Justino, o encarregado do Gringo Avoado deixa-o assustado e sem folego quando ele diz:

            — O Boto sentiu a solidão do cativeiro, ele está saudoso; tentou sair da água, sentiu-se mal, caiu na areia e está chorando. Este tipo de doença dos Botos, geralmente provoca a morte deles, não demora muito. Eles às vezes, mergulham para morrer no fundo do rio, ou saem andando, adentram na floresta até morrerem.

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