A essência da política

O autor Edvan Brandão desenvolve as crônicas políticas escritas nesta página calcado em sua adequação sustentada pelo romance TUDO EM NOME DA JUQUIRA o que lhe confere respaldo para abordar temas dos mais diversos, pois o romance é o retrato de um mundo que aparentemente seria impenetrável, e ele vai desvendando-o paulatinamente com o conhecimento de quem pode e sabe o que está debulhando folha por folha, sem que lhe escape um nada de sua aguçada percepção.

O romance TUDO EM NOME DA JUQUIRA trata com frieza apertando o dedo na ferida exposta de uma política praticada por homens que não carregam com eles o objetivo de alcançar via o exercício da política, a felicidade humana, pelo menos: a felicidade dos seus eleitores.

Política é a arte da conversação, para os políticos essa mesma política é a arte da corrupção, da mentira, da desonestidade, da carreira fácil para quem não aprendeu fazer absolutamente nada, com exceção de repetir incansavelmente discursos mentirosos de outros políticos como se os discursos fossem deles, intencionados a conquistarem o enriquecimento ilícito na política desrespeitada por pelo menos 90% dos políticos brasileiros, mas felizmente para o BRASIL os outros 10% dos restantes dos políticos, eles praticam a política honesta, comprometida com os interesses do país, pois são mulheres e homens íntegros e tementes a Deus. 

O elo perceptível da essência de uma obra incomparável em todos os sentidos, é que o autoriza a executar a abordagem de diversos assuntos, e entre eles (alguns de domínio quase que exclusivo do autor, pois só TUDO EM NOME DA JUQUIRA teve a coragem de destrinchar o indestrinçável) o movimento dos sem-terra ganha leitura própria, e aponta o marco do último dos coronéis de um jeito especialíssimo que não é visto em nenhuma outra obra. E mais:

— A política interiorana formatada em todo o seu bojo, para ser apreciada pelos que se dizem visionários ou não;

— A indústria da Grilagem que cavalga o interior amazônico montado nos lombos dos cartorários, verdadeiros fabricantes de escrituras públicas falsas que titulam áreas ilegais de aproximadamente a metade de toda a extensão da Amazônia. Até então, a primeira obra que ousou apontar o dedo para os verdadeiros grileiros de terras na Amazônia Legal: os cartorários! Depois o que se falou, e ainda se fala foi e será apenas depois;

— A corrupção pública em todas as esferas dos poderes de gestão do dinheiro público, e dos que se revestem da obrigação de proteger o povo que eles achincalham: os tribunais como um todo;

— Os bastidores da igreja cheia de interesses escusos, dirigidas por padres empresários ricos e desfrutadores de regalias idênticas às dos políticos que precisaram submeter-se a vontade do povo. Os padres só precisaram financiar as campanhas (o exercício descarado da compra de votos que a lei eleitoral insiste em afirmar que é crime), de todos os candidatos, e depois ficar do lado do vencedor, com a cara mais descarada que o dinheiro ilícito permite.

— A política do descaso com as crianças menores moradoras de rua, entregues à própria sorte. Disponibilizadas para compra e venda de acordo com a necessidade do comprador.

— O dedo apontado em riste para os deputados formadores e chefes de quadrilhas que usam os seus mandatos para legislar em causa própria e para providenciar os seus enriquecimentos ilícitos. Deputados que no final das contas são homens e políticos: falsos, sem caráter, sem personalidade e tremendamente mentirosos e arrogam uma importância que não possuem. 





TUDO EM NOME DA JUQUIRA

O escritor EDVAN BRANDÃO acaba de lançar uma das suas obras que foi lançada com grande sucesso em dois volumes: TUDO EM NOME DA JUQUIRA I e TUDO EM NOME DA JUQUIRA II.  E mais os dois lançamentos da primeira e segunda edição em um único volume. A novidade agora é que desta vez a sua tão alardeada obra chega à terceira edição em um único volume, mantendo o seu título original: TUDO EM NOME DA JUQUIRA.


CRÔNICAS TEMÁTICAS

Michel Temer foi preso e acusado pela Lava Jato de 40 anos de corrupção

Setenta e nove dias após deixar a Presidência, Michel Temer foi preso ontem pela Polícia Federal, a pedido da Lava Jato fluminense, em investigação que apura corrupção na construção de Angra 3. Segundo o Ministério Público Federal, Temer, 78, e seu grupo agem há 40 anos e já teriam solicitado, pago ou desviado R$ 1,8 bilhão... ... 


Paulo Coelho e sua versão sobre como foi torturado

Paulo Coelho conta a sua versão, claro conta da maneira dele, por conseguinte emitindo a ação ou falação (naquela época era proibido falar besteira), e a identidade do seu delator (identidade essa que ele confessa que tem conhecimento, mas abre mão de fazer uso desta oportunidade de revelar o nome da pessoa que o colocou em situação tão desastrosa, humilhante e sofredora), a omissão dessa revelação... ...


O Exército sem temer ordens contrárias estranhas à corporação realizou o evento alusivo aos 55 anos de 31 de março de 1964

A 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (3ª Bda C Mec) recebeu a missão e cumpriu-a como manda o figurino e no formato dos militares que seguem ordens à risca do seu comandante supremo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), que passou a orientação para o Ministério da Defesa, para que os quartéis fizessem as "comemorações devidas" em alusão à data.   Os militares não titubearam, não deram trela para os... ...


Assessoria de comunicação em prefeitura municipal:

É o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos anúncios contratados pela Administração Pública e empresas de comunicação para veiculação publicitária através da mídia convencional ou alternativa; dar assessoria de imprensa, marketing e organização de eventos; atuar dentro do interesse geral que é determinado pela ... ...


Chefia de gabinete obrigatoriamente é a porta de acesso para o prefeito:

Não é sempre que o prefeito eleito distingue com competência a importância política do cargo de chefe de gabinete, e quando isso acontece, o desastre é total, e o primeiro prejudicado é o próprio prefeito, o segundo é o eleitor que votou no prefeito e o colocou no cargo. O dono do voto que deu poderes para o ... ...


Regime Político do Brasil: democracia complacente deturpada

O regime em si aquele que deveria ser a verdadeira democracia conquistada por gerações passadas, lá atrás, quando brasileiros morreram para conquistá-la, se transformou nesse monstro: democracia complacente deturpada... ...